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02/04/12


ENTREVISTA - Diablo Swing Orchestra

O Diablo Swing Orchestra é uma banda sueca formada em 2003 e tem como principais influências rock, jazz, música latina, mais conhecido também como “avantgarde-metal”. Por trás de todo mistério que envolve a biografia da mesma e a mistura na medida certa de vários estilos, a banda vem conquistando fãs, aos poucos, onde quer que seja ouvida. O lançamento do terceiro álbum de estúdio, intitulado “Pandora’s Piñata” está marcado para o dia 22 de Maio e [pouco depois que a entrevista foi feita] foi confirmado a única apresentação no Brasil, em São Paulo no Inferno Club, no dia 29 de Maio. Venda de ingressos aqui.

O Ponto ZerØ teve a oportunidade de entrevistar mais um membro da banda [somente co pergunta que os fãs mandaram no grupo do Facebook], um dos fundadores, principal compositor e guitarrista – Daniel Håkansson. Confira algumas curiosidades sobre a banda e o novo CD abaixo!

Ponto ZerØ: Olá Daniel, obrigada pela disponibilidade! Esta entrevista será feita somente com perguntas vindas dos fãs, então não seguirá um padrão, ok?!
Daniel Håkansson: Olá! Que bom, sem problemas!

: Uma vez numa entrevista, você disse que a maior diferença entre o primeiro CD, The Butcher’s Balroom”, e o segundo, “Sing Along Songs for the the Damned & Delirious”, era que o último tem uma porção maior de humor, além de ritmos mais dançantes e letras marcantes. Qual seria a principal diferença entre o último álbum e o “Pandora’s Piñata”?
DH: Eu diria que têm muita diferença; como banda, porque a cada álbum você começa perceber o que quer fazer com a banda... um grande esforço em conjunto, os outros membros estão mais envolvidos em termos de arranjos, letras e tudo a respeito da banda. Um verdadeiro progresso desde o 1º álbum no qual eu fiz quase tudo, no 2º fomos mais eu e Pontus trabalhando muito nos arranjos e ainda trabalhamos do mesmo modo para o “Pandora's Piñata”, mas os arranjos de trompetes e cordas, os outros trabalharam mais sozinhos, eu não estive tão envolvido como nos dois primeiros álbuns. Também temos um novo baterista, e a bateria é realmente uma grande diferença porque o Petter é um baterista mais experiente e tem muita experiência em gravações também, então ele trabalhou nos arranjos de bateria sozinho, enquanto nos outros álbuns eu e Pontus trabalhamos nas batidas e depois ensaiamos com o baterista na época, Andreas, e ele também contribuiu nas composições.
[Nota do editor: No dia 27/03/12 foi anunciada a saída do baterista Petter Kalrsson da banda.]


 


: No primeiro álbum, a banda trouxe uma aparente menção histórica e religiosa. No segundo, a inspiração foi os países que passaram na turnê. Nesse aspecto, qual foi a inspiração pro “Pandoras Piñata”?
DH: A inspiração que tivemos no passado e temos hoje ainda é a mesma, nós sempre temos os ritmos, músicas dançantes como uma inspiração no geral, a maior diferença pra mim foi que nos primeiros álbuns conquistamos um número incrível de ouvintes que eu pude entrar em contato e recebi e-mails deles, não sei por que, mas pessoas ouvindo a música e tirando força dela, quando eles te escrevem, você fica afetado por isso também então se torna uma coisa recíproca, porque nós nos importamos muito em saber o que as pessoas pensam ouvindo a banda. Na questão de inspiração, nós ainda temos nossas bandas e músicas favoritas, eu tenho conhecido bastante bandas e ritmos através do pessoal da banda que ouvem tantas coisas diferentes, então a conversa entre nós é uma inspiração enorme também.

: Em qual música poderemos ouvir o coral de crianças no novo CD?
DH: (Risos) Bem, a idéia dessa música está um pouco diferente do que era no começo, os coros na verdade são um multitrack do Johannes e Martin soando como crianças, a música se chama Black Box Messiah.

: Você se considera perfeccionista? Quando você terminou os álbuns, se sentiu satisfeito ou achou que ficou faltando algo?
DH: Isso é bem real porque com estes três álbuns sempre houve algumas questões que achamos que poderiam ter sido feitas um pouco diferente mas sempre ficamos agradecidos com o que temos, os recursos e o tempo que nos é dado. Claro que quando você ouve o projeto final, pensa que poderia ter feito algo diferente, mas isso traz mais inspiração para os próximos álbuns. No entanto, hoje pensamos que está perfeito e sentimos que não poderíamos ter feito nada melhor.

: Mesmo com todos os gêneros musicais que podemos ouvir nas músicas, a maioria das pessoas se refere ao DSO como uma banda de Metal. Você concorda com isso?
DH: Bem, acho que com esse novo álbum haverá menos referências do metal, ainda está lá, mas há algumas músicas que tivemos agora a coragem de desviar de qualquer tipo de metal, temos algumas delas no passado também. Em algumas músicas novas, não há nenhuma referência de metal e vamos ver como serão recebidas. Eu não me importo das pessoas nos verem como uma banda de metal, mas eu chamaria de “rock mais pesado”, porque metal pra mim é muito mais que isso, principalmente as guitarras, eu não sinto que temos isso, é mais rock mesmo.

: Como é o clima no backstage antes de tocar pela primeira vez em outro país?
DH: É sempre emocionante. Até agora, sempre fomos bem recebidos pelo público. Há uma tensão às vezes de tocar na frente de um público que é um pouco cético de início, porque no papel pode parecer que somos uma banda que faz isso como se fosse quase uma piada, por causa da voz de ópera e tudo que fazemos. Mas até agora temos sempre um clima bom no backstage quando sabemos que gostam da gente desde o início, é sempre ótimo sair e tocar e sabemos que será uma ótima experiência. Se sentimos que estão nos estranhando, pensamos "ok, vamos mostrar pra eles" (risos).

: Qual é a coisa mais difícil em relação a composições, numa banda que usa tantos estilos musicais?
DH: A coisa mais difícil foi o 1º álbum porque não sabíamos o que queríamos usar, e nos últimos nós tínhamos um objetivo concreto e também mudamos o produtor. Foi como se fosse uma "era experimental", porque nem tínhamos um contrato de gravação, não tínhamos visão em lucrar na época, gostávamos de tocar e foi o que fizemos. Hoje nós não pensamos sobre "gêneros" ou como se encaixam juntos, nós apenas testamos a idéia - seja ele qual for. Então só pensamos se a música é boa, se gostamos dela, se funciona.



: Em qual momento vocês perceberam que são mais famosos na América Latina do que na Suécia / Europa e o que você acha disso?
DH: Os públicos que conhecemos até hoje, são muito mais vibrantes e energéticos, mais apaixonados pela música do que os públicos da Europa. Se você comparar com a Suécia, que é um país pequeno com muitas bandas ativas no meio, o público que temos aqui é muito limitado, principalmente se o gênero musical é mais misto, é muito difícil conseguir prosseguir, porque a imprensa do mainstream na Suécia tem um sério problema em lançar bandas novas por causa das pessoas... Digamos que tenhamos 2% da população ouvindo música, não é tanto se você comparar com o Brasil ou México, os ouvintes em potencial. Acho que as bandas suecas estão sempre alcançando sucesso fora do país primeiro, antes de ter algum reconhecimento no próprio país. Sei que as bandas maiores como In Flames, sempre fazem mais sucesso fora e depois voltam e então no 5º ou 6º álbum as pessoas começam reconhecer como uma banda boa. Espero que possamos fazer isso também, mas não parece muito provável pela recepção que tivemos aqui até agora.

: Você ouviu algo sobre o público brasileiro nos shows? O que você pensa sobre nós?
DH: Nós temos uma faixa no álbum que é fortemente influenciada por samba, então realmente esperamos poder ir ao Brasil e pelo que tenho visto nos vídeos do Youtube e algumas performances ao vivo de algumas bandas, parece que vocês fazem uma verdadeira festa! Espero muito que possamos fazer esse show no Brasil, estamos trabalhando duro nisso!

: Daniel, por enquanto é só, agradecemos muito sua atenção, fique à vontade para mandar uma mensagem para os fãs brasileiros!
DH: Eu gostaria de agradecer a todos vocês por todo trabalho e esforço pra nos levar pra tocar aí, eu realmente agradeço isso e espero ter uma notícia boa pra vocês em breve – se não for desta vez, posso prometer que iremos num futuro próximo e faremos um ótimo show aí!

Mais informações sobre o show? Confira abaixo!
www.theultimatepress.blogspot.com.br


Escrito por Ponto ZerØ às 23h54
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