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12/03/12


Entrevista - Anders Johansson / Diablo Swing Orchestra

Por Letícia Okabayashi [Parte 2.]

Após falar um pouco sobre a banda em que é baixista, Anders Johansson, do Diablo Swing Orchestra, conta mais um pouco de sua carreira e o que espera dos fãs brasileiros.

Esta semana foi anunciada, pela agência Sob Controle, Diablo Swing Orchestra em apresentação única no Inferno Club em São Paulo no dia 29 de maio.

O lançamento do novo CD Pandora's Piñata será dia 22 de maio!

: Você acredita que tenham mais fãs aqui na América do Sul do que na Europa?
AJ: Sim, acredito nisso. Temos mais fãs na América do Sul do que em várias outras partes do mundo, vocês parecem ser muito sociáveis também, então é fabuloso, é realmente um prazer falar com vocês! Talvez há fãs em outros lugares também mas não fazem muito barulho (risos). Acho que temos uma música do Sing Along Songs que vai estar numa coletânea japonesa com outras bandas, em breve, então com sorte mais pessoas na Ásia saberão mais sobre nós desta forma.

: Você disse que é diretor de arte, quais são suas inspirações pra esta profissão?
AJ: Boa pergunta... Eu acho que minhas fontes cresceram em mim através de todos esses anos, mas eu sou muito fã de livros, principalmente capas e filmes, é claro. Como você deve ter notado eu foco muito nos tipos de desenhos e ilustrações dos anos 50 e 60, então um filme como “Onze Homens e Um Segredo”, a mistura dos tipos de músicas dos anos 50 e 60, com a arte daquela era é realmente algo que me atrai, e uma vez que se abre essa porta, tudo vem pra mim. Então é isso, filmes, livros, o ambiente no qual eu vivo... sou muito feliz por trabalhar com pessoas talentosas, acho que eu pego alguma coisinha de tudo e claro, tendo fontes diretas como diretor de arte na internet, há muitos sites pra navegar... Música, filmes, livros, pessoas, conversas...



: E como você conheceu o contra-baixo?
AJ: Na verdade é engraçado, porque quando eu estava na 7ª série, algumas pessoas vieram à nossa escola nos informando o que poderíamos fazer depois das aulas em vez de ir pro centro da cidade nos meter em confusão. Umas dessas coisas era ping-pong e tocar numa banda! No dia em que começamos, eu cheguei um pouco atrasado então todos já tinham pego seus instrumentos e o único que sobrou foi o baixo (risos)! Foi assim que comecei. Acredito que eu queria ter sido baterista no começo, mas já tinham pego também. Mas assim que peguei o baixo e ouvi um cara tocando Iron Maiden, na mesma hora o baixo me conquistou. Um amigo da escola dizia que o baixo é a mãe (ou pai) de todos os instrumentos e eu devo concordar! Definitivamente há algo no baixo (risos)!

: E há quanto tempo você toca?
AJ: Bom, muitos anos, eu acho... Toco desde os 14 anos e farei 34 este ano então... uau, 20 anos! Eu não tocava ativamente, ensaiando todos os dias, é claro, mas sempre tive bandas, ao menos uma. Já faz muito tempo!

: E quais são suas influências como baixista?
AJ: Nos primeiros anos, a nova onda do heavy metal britânica, com o Iron Maiden na frente de tudo e da América, Metallica, é claro. Alguns anos depois surgiram Rage Against the Machine, Red Hot Chili Peppers, Primus. Todas essas bandas no começo, mas quando fui pra este lugar, após as aulas, eu tinha 14 ou 15 anos, os caras mais velhos ensinavam os outros a tocar e eu conheci um cara chamado Matthias, ele sabia bastante sobre Sisters of Mercy e Fields of Nephilim, coisas do tipo, o lado mais “obscuro” de tocar rock, então comecei a tocar bastante essas músicas e elas eram primariamente minha preferência, eu realmente gostava de tocá-las. Assim que conheci o funk, com Flea do Red Hot Chili Peppers, uma nova era se abriu pra mim, então eu comecei a pegar do Steve Harris e estes caras, como as galopadas, o jeito progressivo de tocar baixo e misturei com o funk no estilo do Flea e eu ainda faço isso hoje: bem funky mas muito do rock pesado progressivo também.

: De qual música você gostaria de fazer uma versão cover com o DSO?
AJ: A primeira que vem a cabeça é “Knights of Cydonia” do Muse!

 


 

 


: Você poderia descrever o que sentiu na primeira vez que esteve num palco?
AJ: Boa pergunta! Eu sempre recebo muita adrenalina e agitação quando subo no palco, sempre é um prazer pra mim fazer isso e eu sei que muitas pessoas percebem isso, é como funciona o ser humano no palco, na frente da platéia.Acho que estar no palco desperta muitas coisas que não viriam à tona em outras situações. Você sente uma agitação imensa, não age com o pensamento, mas com algo mais primitivo... se torna divino em vários pontos.

: E o sentimento da primeira vez é ainda o mesmo de atualmente ou mudou um pouco, já que você tem mais experiência?
AJ: Depende... mas não importa qual o público, na hora que você sobe no palco e tem ao menos uma pessoa lá pra apreciar o que você faz, é o bastante pra fazê-lo. Sempre foi assim, desde começo até agora, mesmo se estou cansado ou com problemas de fuso-horário, não importa, quando se está no palco e há pessoas com aqueles sorrisos largos no rosto, isso é o que importa pra mim.

: Vocês terão muitas pessoas dançando na platéia em maio, como você se sente sobre os fãs sul-americanos, dançando e gritando o tempo todo nos shows?
AJ: Ah, eu amo isso. Você está certa ao descrever o público sul-americano - estão sempre dançando e gritando muito, é maravilhoso.



: E quais são os planos após a turnê por aqui?
AJ: A América do Sul têm tomado muita de nossa atenção no momento, é por isso que nos mantemos focados em fazer esta turnê da melhor forma possível, mas sei que estamos planejando uma turnê italiana, alguns shows na Finlândia, Ucrânia e Rússia e estou trabalhando num show em Estocolmo também – só não sei se será antes ou depois da turnê – vamos tocar em casa também, não tenho certeza de quantos virão, acho que não seria como no Brasil.

: Tem um grupo no Facebook dedicado ao DSO pelos fãs brasileiros, é bastante movimentado, sempre muita gente trocando idéias sobre a banda...
AJ: A música é maravilhosa nesse sentido, conecta pessoas em todo lugar. Se você gosta de uma banda e encontra outras pessoas que gostam dela, é muito bom, você está realmente conectado!

: Verdade! Anders, eu agradeço muito pelo seu tempo, é uma honra entrevistar você. Fique à vontade pra deixar alguma mensagem para os fãs brasileiros.
AJ: Espero que vocês sejam brincalhões tanto quanto nós, acho que “divertimento” é a chave hoje em dia... menos sério, mais divertido, maravilhoso!

Ouça mensagem que Anders mandou aos fãs brasileiros!



Mais informações sobre o show em breve!

Escrito por Ponto ZerØ às 22h21
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04/03/12


Entrevista - Anders Johansson / Diablo Swing Orchestra

Por Letícia Okabayashi [Parte 1.] 

Você conhece Diablo Swing Orchestra? Se sim, sabe do que eles são capazes. Se não, tá aí uma boa oportunidade de conhecer: a banda sueca lançará o seu terceiro álbum, “Pandora’s Piñata”, no próximo mês de maio - e na mesma época, visitará a América do Sul para uma turnê.

O grupo chama atenção pela sua originalidade ao misturar estilos – passando desde o jazz, blues, flamenco e música erudita ao heavy metal (este último sendo a base de todos os gêneros anteriores), tendo na maior parte das músicas, vocal soprano lírico.

Nesta primeira parte do bate-papo, o baixista Anders Johansson, que concedeu uma entrevista ao Ponto ZerØ, nos conta as novidades sobre o novo CD, sua carreira e demais curiosidades que os fãs brasileiros (ou que estão prestes a se tornar!) gostariam de saber. Divirta-se!

Ponto ZerØ: Anders, primeiramente, obrigada pela sua disponibilidade.
Anders Johansson: Sem problemas!

PZ: O Diablo Swing está prestes a lançar o terceiro álbum. Qual foi a diferença entre gravar este álbum e os anteriores?
AJ: Acho que estamos mais acostumados com algumas questões que surgem ao gravar álbuns, então, estamos um pouco melhores em lidar com todas as situações agora. Todos na banda sabem mais sobre seu próprio papel se tratando de gravação então é muito mais fácil atualmente.

PZ: E AnnLouice grava os vocais no mesmo estúdio em que vocês gravam os instrumentos? Nas gravações do Sing Along Songs for the Damned & Delirious, por exemplo, ela não apareceu em nenhum vídeo do estúdio...
AJ: Ela canta sim no mesmo estúdio. Na verdade, o estúdio In Flames em Gotemburgo tem duas salas diferentes, a sala grande e a pequena, então depende de qual música se está gravando, se é uma voz de ópera muito alta, temos que estar na sala grande pra pegar o ambiente correto do som e para a maioria das músicas que ela canta bem perto dos microfones, como em “Bedlam Sticks”, nós usamos a sala pequena. Ela não aparece mesmo e eu estava fazendo a maioria dos vídeos do Sing Along Songs, acho que a perdi em um ou dois dias, porque alguns de nós normalmente estamos no estúdio todo o tempo – Pontus é o que mais aparece, estando lá quase sempre e Daniel, é claro, mas alguns de nós apenas entramos e saímos, é mais fácil assim.



PZ: Você compõe músicas também (pro DSO ou pra você mesmo)?
AJ: Eu contribuo mais com as linhas de baixo, as escrevendo com Daniel ou Pontus, e isso funciona muito bem, e também bastante com o Johannes. Com as letras, eu escrevo alguns versos pra preencher algumas lacunas. Às vezes Daniel escreve alguma melodia e me pede pra escrever a letra, como por exemplo na “Zodiac Virtues”, do The Butcher’s Ballroom” e neste novo álbum eu escrevi “Of Kali Ma Calibre”, espero que vocês gostem.

PZ: E qual é o significado do título “Pandora’s Piñata”?
AJ: É basicamente uma brincadeira com as palavras, uma coisa importante da mitologia grega com Pandora representando isso e Piñata sendo como um doce mesmo, um tipo de elemento muito divertido, então juntos contrastam com diversão. É isso, contrastes!

PZ: Nós podemos esperar por algum vídeo das gravações em breve?
AJ: Nós não filmamos as gravações desta vez da mesma maneira, mas nós temos fotos e coisas do tipo. Estamos pegando o material agora e assim que escolhermos a pessoa que deverá masterizar o álbum, isso será feito em alguns dias e então estaremos prontos pra mostrar algo online.

PZ: É muito claro que vocês usaram samba em Vodka Inferno. Este ritmo brasileiro vai aparecer novamente no álbum novo?
AJ: Absolutamente. O ritmo brasileiro e especialmente o samba é algo que eu particularmente amo com o Diablo, então fico feliz em dizer que nós vamos com certeza ter bastante samba. Espero que vocês gostem também!

PZ: No novo álbum, as musicas são ligadas umas às outras?
AJ: Acho que se pode ver a essência do álbum como uma historia inteira, apesar de eu não achar que isso foi intencional desde o começo. Uma vez que ouvimos as músicas uma atrás da outra e organizamos numa ordem propícia para o CD, realmente pareceu uma história completa como algumas do Tim Burton, o que é muito bom, é claro. Durante o álbum, temos os verdadeiros altos e baixos, o equilíbrio, como temos em qualquer drama e também o “grand finale”, eu suponho. Acho que vocês vão gostar.

PZ: Qual é a idéia por trás dos “7 Pecados Capitais”?
AJ: Você pode vê-los como os doces que vê da Piñata. Pandora liberando todos os pecados mortais no mundo mas agora não sendo a Caixa de Pandora, mas sim no modo divertido da Piñata – os contrastes, novamente.



PZ: Por quê você acha que o DSO atrai tantas pessoas diferentes do mundo inteiro?
AJ: Basicamente, acredito que é por causa de todo o material que misturamos, os ingredientes. Eu acho que qualquer pessoa, sendo da Ásia, Rússia, Suécia ou Brazil, sente algo familiar com tudo isso e se você mistura com metal ou hard rock, algo acontece. A forte energia do metal com algumas destas formas de música, acho que é por isso que se espalha assim. Nós somos músicos muito diferentes, o que significa que todos podem contribuir com coisas diferentes, o que cria a amplitude de tudo isso.

PZ: Mesmo com todos os gêneros musicais que vocês tocam, a maioria das pessoas se refere ao DSO como uma banda de metal. Você concorda com isso?
AJ: Há uma alta energia se tratando de heavy metal e eu acho que nós carregamos esta energia conosco mas não 100% no “modo metal”, mas mais como uma base pro resto dos gêneros musicais que usamos, então estão certos no quesito alta carga de energia que carregamos através da música, é certamente mais pela mistura do que apenas pelo metal.

PZ: Ok, mas a AnnLouice é uma cantora de opera profissional, ela tem essa base no heavy metal também?
AJ: Acredito que ela ouve música tanto quanto nós e as mais pesadas são ela gosta muito também.

PZ: Atualmente, a internet é o maior meio de publicar e divulgar qualquer material. Você acha que downloads podem prejudicar as bandas de alguma forma?
AJ: Bem, por um lado, é realmente uma necessidade por a música lá porque, de outra forma, é muito difícil obter o interesse desde o começo, é como você comercializa sua música e é como se espalha. E então temos o outro lado disso, você tem que obter algum ganho pra continuar, então se todos fizessem download de tudo, não haveria dinheiro, especialmente para as gravadoras pequenas, pra pegar o que eles ganham de lucro, como vendas de uma banda, e investir em outra banda que descobrirem. É um círculo que se torna muito prejudicial se todos aderirem aos downloads, mas têm que se equilibrar, como fazemos com tudo. Há também o aspecto do tempo quanto a isso, digamos que você tenha um contrato com uma gravadora por 2 anos sobre as vendas e quando o contrato expira, todos os direitos se voltam pro artista fazer o que bem entender com o material e então podem colocar coisas, como “extras”. Então, sim e não (risos)!

 


PZ
: Você colocou toda a arte do Pandora’s na página do Facebook, você acha que isso pode deixar as pessoas mais curiosas para ter o CD em mãos?
AJ: Colocando online como fazemos, sempre por seções, os posters, os Sete Pecados Capitais, etc, e não colocando tudo de uma vez, construímos o interesse passo a passo e temos visto no Facebook que as pessoas parecem gostar, muitos comentários acontecem, gerando novas expectativas, o que pode ser bom ou pode ser ruim. É a grande diferença entre ver uma pequena imagem na internet à tê-la impressa na sua mão. O Pandora’s Piñata vai ter um encarte com 16 páginas e tem sido muito bom fazê-lo, desde o começo, tendo bastante tempo pra trabalhar nele. Na verdade eu comecei trabalhar nisso em outubro.

PZ: E você fez todos os desenhos especificamente pro Pandora’s ou tinha algumas imagens e idéias que combinavam com o álbum?
AJ: Eu tentei usar a mesma técnica que uso no meu trabalho no dia-a-dia como diretor de arte, vi como um trabalho realmente, o que me fez ficar melhor estruturado no processo. Tentei construir um conceito para a arte, uma base, e a partir daí, uma vez que se acha o ponto certo, é muito fácil de adaptar e transportar este conceito pra diferentes pedaços, diferentes resultados e objetivos - como ficaria uma parte nas letras, ou como seria uma camiseta. Então digamos que se eu fosse desenhar uma faca do Pandora’s Piñata, uma vez que eu percebesse como uma faca seria na nossa maneira, não seria tão difícil transportar essa idéia pra outras coisas, como uma caveira, um anjo, ou um anel. Quando se tem uma base pra começar, é realmente um processo natural.

~~ Fique atento e confira a 2ª parte da entrevista em breve!!!

Veja a mensagem do Anders aos fãs brasileiros:


Escrito por Ponto ZerØ às 03h32
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Ponto ZerØ


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